Estado de Alagoas

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Alagoanos ilustres 

 

- Graciliano Ramos

- Aurélio Buarque de Holanda

- Marta Vieira da Silva

- Jorge de Lima

- Pontes de Miranda

- Guimarães Passos

- Mário Jorge Lobo Zagallo

- Hermeto Pascoal

- Djavan

- Cacá Diegues

- Teotônio Vilela

- Lêdo Ivo

- Zumbi dos Palmares

MARECHAL Deodoro da Fonseca

MARECHAL Deodoro da Fonseca

O Militar e Político Manuel Deodoro da Fonseca (1827 - 1892), nasceu em Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul, antiga capital de Alagoas. Participou de várias guerras e batalhas em defesa da pátria. Proclamou a República, tornou-se chefe do Governo Provisório, de 1889 a 1891. Foi eleito o primeiro Presidente do Brasil, em 1891. Seu governo foi marcado por crises sucessivas. Renunciou à República, sendo substituído por outro alagoano, o Marechal Floriano Peixoto.
MESTRA Virgínia de Moraes

MESTRA Virgínia de Moraes

Dona Virgínia ou Mestra Virgínia (1916 - 2003), é alagoana de Rio Novo, Maceió. Mestra de reisado, cantadora, rezadeira, benzedeira, parteira de profissão, autora e intérprete de belíssimos momentos da poesia e da música popular tradicional alagoana. Comandou o grupo de reisado Três Amores. Autêntica e ingênua, encantava pesquisadores, professores, folcloristas, etnomusicólogos, apreciadores e, principalmente, a platéia, com suas músicas singelas e bem inspiradas.
MARECHAL Floriano Peixoto

MARECHAL Floriano Peixoto

O Marechal Floriano Peixoto (1839 - 1895) nasceu em Ipioca, bairro de Maceió, e fez carreira militar no Rio de Janeiro, onde era respeitado pela sua conduta, chegando a ser eleito Vice-Presidente da chapa contrária a Deodoro, com uma votação superior a do próprio Presidente. Seu governo, de 1891 a 1894, consolidou a República e Floriano passou a ser conhecido como o Marechal de Ferro pelo seu poder e pertinácia, vencendo os rebeldes e adotando medidas que favoreciam as classes mais pobres, até o fim de seu andato.
MÉDICA Nise da Silveira

MÉDICA Nise da Silveira

Nise da Silveira (1905 - 1999) nasceu em Maceió. Formada em medicina, na Bahia, defendeu, com suas teses, um tratamento humanista para os doentes mentais. Reinventou a psiquiatria. A sua paixão pelo inconsciente transparece através da luta e da construção da sua trajetória: fundou o Museu de Imagem do Inconsciente, criou a Casa das Palmeiras, fundou a Sociedade Internacional de Psicopatologia da Expressão (França). Publicou dezenas de livros, textos científicos e catálogos. Recebeu prêmios, títulos e homenagens.
DOM Avelar Brandão

DOM Avelar Brandão

Dom Avelar nasceu em Viçosa e, enquanto seu irmão Teotônio aspirava a política, desde cedo se voltou para a vida religiosa, tendo sido ordenado Bispo de Petrolina com apenas 33 anos. Em 1955, foi nomeado Arcebispo Metropolitano de Teresina, no Piauí. Com uma atividade pastoral intensa, Dom Avelar foi nomeado, em 1971, Arcebispo Primaz do Brasil e 23º Arcebispo de Salvador. Dois anos depois, foi eleito em 1985, por ocasião do seu Jubileu Sacerdotal de Ouro. Dom Avelar Brandão Vilela tem seu nome gravado na história da Igreja Católica, como um dos representantes mais lúcidos, ponderados e virtuosos.
MÚSICO Florentino Dias

MÚSICO Florentino Dias

Florentino Dias nasceu em Alagoas. Aos 9 anos de idade, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde estudou música e se formou pela UFRJ. É fundador e Regente titular da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro há 26 anos. É membro da Academia Internacional de Música na Cadeira de "Richard Strauss" e da American Symphony Orchestra League. Primeiro e único regente brasileiro homenageado com uma "Batuta de Ouro", representando o Brasil, como Membro Internacional Order of Merit e pelos Estados Unidos, recebeu, do América Biographical Institute, "The Presidencial Seal of Honor" por sua exemplar realização no campo da música.
MÉDICO Arthur Ramos

MÉDICO Arthur Ramos

Arthur Ramos (1903 - 1949) nasceu em Pilar e formou-se em medicina na Bahia, voltando-se para a clínica psiquiátrica e para os estudos das ciências sociais. Fundou a Sociedade Brasileira de Antropologia e Etnografia, em 1941. Era Chefe do Departamento de Ciências Sociais da UNESCO, quando faleceu, em Paris, por problemas cardíacos. Arthur Ramos notabilizou-se como antropólogo e etnógrafo, tendo publicado entre outras obras: Os horizontes míticos do negro na Bahia, O negro brasileiro, Folclore negro no Brasil, Introdução à antropologia brasileira, A aculturação dos negros no Brasil e Estudos de Folclore. Seus livros são, ainda hoje, fontes de consultas indispensáveis a quem se dedica ao estudo da africanologia.
 

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